Fundada em 1880 pelo jovem visionário Adriano Ramos Pinto, esta adega rapidamente se tornou uma referência graças à sua estratégia inovadora de exportação.
Muitos conhecem-na pela sua incrível iconografia artística, hoje guardada no seu museu em Vila Nova de Gaia. No entanto, o seu maior legado reside no Douro, pois, ao contrário de outras casas que compravam uvas, a Ramos Pinto apostou na propriedade da terra, adquirindo quintas excecionais como a Quinta de Ervamoira e a Quinta dos Bons Ares.
Nos anos 70, sob a direção de José Ramos Pinto Rosas e do enólogo João Nicolau de Almeida, a adega liderou o estudo científico que selecionou as cinco variedades tintas recomendadas para a região, transformando a viticultura moderna do Douro.
Desde 1990, faz parte do grupo Roederer, o que reforçou o seu compromisso com a excelência e a sustentabilidade (pioneiros na viticultura biológica em Ervamoira).
A adega destaca-se por um estilo que equilibra a potência do Douro Superior com uma elegância e frescura singulares, oferecendo vinhos do Porto de grande requinte e vinhos tranquilos (como Duas Quintas) que são verdadeiros estandartes da região.
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