A união de dois talentos apaixonados resultou na criação da Aleanna, uma vinícola fundamental para compreender a mais recente revolução do vinho argentino.
Em setembro de 2009, Alejandro Vigil e Adrianna Catena encontraram-se na embaixada argentina em Londres, onde Nicolás Catena recebeu o prémio Decanter Man of the Year.
História
Ambos passearam pelo Tamisa enquanto Adrianna, historiadora, contava a Alejandro sobre o Grande Incêndio que devastou a cidade em setembro de 1666.
Adrianna acabara de obter o seu doutorado em História pela Universidade de Oxford. Alejandro, por sua vez, era enólogo da Catena Zapata desde 2002.
Ambos partilhavam a paixão por diversos temas: os escritores clássicos gregos, os livros usados ou as longas conversas à mesa, entre outras coisas. Assim, durante o passeio, criou-se uma ligação que lhes permitiu decidir elaborar um vinho que descrevesse a sua enorme paixão pela cultura clássica, a história e a tradição.
Métodos de elaboração
A filosofia da adega baseia-se, principalmente, em elaborar vinhos como antigamente, que possam ser facilmente consumidos e que sejam muito gastronómicos.
Zona
Os vinhedos da Aleanna estão espalhados pelo Vale de Uco. Dentro deste vale, destacam-se várias zonas onde possuem parcelas próprias: Agrelo em Lujan de Cuyo, Gualtallary em Tupungato e El Cepillo em San Carlos.
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